Esses Malditos Nazistas

Contexto: Este panfleto nazista, amplamente distribuído, apareceu pela primeira vez em 1929. Estou trabalhando com uma cópia de 1932 e não a comparei com a primeira versão, mas não parece que mudanças significativas tenham sido feitas por tratar-se de uma reedição. O título, numa tradução livre, é “Esses Malditos Nazistas”. Literalmente, a tradução seria algo como “esses rapazes da maldita suástica”, mas esta tradução realmente não é boa. Pelo menos várias centenas de milhares de cópias foram impressas. É um excelente sumário das diretrizes básicas da propaganda nazista um pouquinho antes de Hitler chegar ao poder em 1933. O folheto incluía cinco desenhos de Mjölnir, o cartunista de Goebbels, três dos quais estão aqui inclusos. Mjölnir produziu também alguns dos mais conhecidos pôsteres nazistas.

Fonte: Joseph Goebbels e Mjölnir, Die verfluchten Hakenkreuzler. Etwas zum Nachdenken (Munich: Verlag Frz. Eher, 1932).

Esses Malditos Nazistas

por Joseph Goebbels

Por que somos nacionalistas?

Somos nacionalistas porque vemos a nação como a única maneira de unir todas as forças da nação para preservar e aperfeiçoar a nossa existência e as condições sob as quais vivemos.

A nação é a união orgânica de um povo para proteger a sua existência. Ser nacional é afirmar esta união em palavras e ações. Ser nacional não tem nada a ver com uma forma de governo ou um símbolo. É afirmar coisas, não formas. Formas podem mudar, mas o seu conteúdo permanece. Se forma e conteúdo concordam, então o nacionalista afirma ambas. Se conflitam, o nacionalista luta pelo conteúdo e contra a forma. Não se pode colocar o símbolo acima do conteúdo. Se isto ocorre, a batalha está no campo errado e sua força é perdida em formalismo. O real objetivo do nacionalismo, a nação, é perdido.

É assim como as coisas são hoje na Alemanha. O nacionalismo foi transformado em patriotismo burguês e seus defensores travam batalhas contra inimigos imaginários. Um diz Alemanha e significa a monarquia. Um outro proclama liberdade e significa Preto-Branco-Vermelho [as cores da bandeira alemã]. Seria nossa situação hoje de algum modo diferente se substituíssemos a república por uma monarquia e hasteássemos a bandeira preta-branca-vermelha? A colônia teria um pano de fundo diferente, mas sua natureza, seu conteúdo, seria ainda o mesmo. De fato, as coisas seriam ainda piores, em nome de uma fachada que oculta os fatos e dissipa as forças que hoje lutam contra a escravidão.

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Explicação: Um nazista amarrado assiste enquanto um judeu segurando o Berliner Tageblatt, acusado pelos nazistas de ser um jornal judeu, maltrata um alemão acorrentado ao Tratado de Versailles. O judeu é, supõe-se, um jornalista, uma vez que ele suja o alemão com a tinta da sua caneta. Um soldado negro da França colonial e um policial assistem. O policial é possivelmente um polonês (uma vez que a Alemanha perdeu, por conta do Tratado de Versailles, território para a Polônia).

O patriotismo burguês é o privilégio de uma classe. É o real motivo para o seu declínio. Quando 30 milhões são por alguma coisa e 30 milhões contra, as coisas se equilibram e nada acontece. Assim são as coisas conosco. Somos o pária do mundo não porque não temos a coragem para resistir, mas porque toda a energia nacional é desperdiçada na disputa eterna e improdutiva entre a direita e a esquerda. Apenas seguimos ladeira abaixo, e já se pode prever hoje quando cairemos no abismo.

O nacionalismo tem maior alcance do que o internacionalismo. Vê as coisas como elas são. Apenas quem respeita a si mesmo pode respeitar os outros. Se na qualidade de um nacionalista alemão eu afirmo a Alemanha, como posso defendê-la de um nacionalista francês que afirma a França? Somente quando essas afirmações conflitam de modo visceral haverá um conflito político de poder. O internacionalismo não pode desfazer essa realidade. Os seus esforços de prova falham completamente. E mesmo quando os fatos parecem ter alguma validade, natureza, sangue, a vontade de viver, e a batalha pela existência nesta árdua terra demonstram a falsidade das belas teorias.

O pecado do patriotismo burguês foi confundir uma determinada forma econômica com o nacional. Ele conecta duas coisas que são complemente diferentes. As formas da economia, ainda que pareçam sólidas, são mutáveis. O nacional é eterno. Se eu misturo o eterno com o temporal, o eterno necessariamente colapsará quando o temporal colapsar. Isso foi o verdeiro motivo do colapso da sociedade liberal. Ela era alicerçada não no eterno, mas no temporal, e com o declínio do temporal veio junto o declínio do eterno. Hoje em dia é apenas uma desculpa para um sistema que traz uma crescente miséria econômica. Esta é a única razão pela qual o judaísmo internacional organiza a batalha das forças proletárias contra ambos os poderes, a economia e a nação, e os derrota.

Partindo desse entendimento, o jovem nacionalismo reivindica a sua demanda inegociável. A fé na nação é um assunto para todos, jamais para um grupo, para uma classe ou para uma panelinha econômica. O eterno deve ser distinguido do temporal. Manter um sistema econômico podre não tem nada a ver com nacionalismo, que é uma afirmação da Pátria. Posso amar a Alemanha e odiar o capitalismo. Não apenas posso, eu devo. Apenas a aniquilação de um sistema de exploração trará consigo o âmago do renascimento do nosso povo.

Somos nacionalistas porque, na qualidade de alemães, amamos a Alemanha. E, por amarmos a Alemanha, queremos preservá-la e lutar contra aqueles que a destruiriam. Se um comunista grita “Abaixo ao nacionalismo!”, ele quer dizer o patriotismo burguês hipócrita que vê a economia apenas como um sistema de escravidão. Se tornarmos claro para o homem de esquerda que o nacionalismo e o capitalismo, ou seja, a afirmação da Pátria e o mau-uso dos seus recursos, não têm nada a ver um com o outro, que são, na verdade, como fogo e água, então mesmo como um socialista ele passará a afirmar a nação, que deseja conquistar.

Eis a nossa verdadeira tarefa enquanto Nacional-Socialistas. Fomos os primeiros a reconhecer as conexões, e os primeiros a começar a luta. Por sermos socialistas sentimos as mais profundas bençãos da nação, e por sermos nacionalistas queremos promover a justiça socialista numa nova Alemanha.

Uma jovem pátria surgirá quando a frente socialista for sólida.

O socialismo se tornará realidade quando a pátria for livre.

Por que somos socialistas?

Somos socialistas porque vemos no socialismo, que é a união de todos os cidadãos, a única chance de manter a nossa herança racial e recuperar a nossa liberdade política e renovar o nosso estado alemão.

O socialismo é a doutrina de libertação da classe operária. Ele promove a ascensão da quarta classe e a sua incorporação no organismo político da nossa pátria, e está intrinsecamente vinculado a quebra da escravidão contemporânea e a reconquista da liberdade alemã. O socialismo, contudo, não é uma questão apenas para a classe oprimida, mas uma questão pertinente a todos, pois libertar o povo alemão da escravidão é a meta da política contemporânea. O socialismo adquire a sua verdadeira forma apenas através de uma total irmandade na luta com as energias propulsoras de um novamente desperto nacionalismo. Sem nacionalismo não é nada: é um fantasma, uma teoria apenas, um castelo no céu, um livro. Com nacionalismo é tudo: o futuro, liberdade, a pátria!

O pecado do pensamento liberal foi negligenciar os pontos fortes na construção nacional do socialismo, permitindo assim que suas energias tomassem direções anti-nacionais. O pecado do marxismo foi reduzir o socialismo a uma preocupação com os salários e a fome, colocando-o em conflito com o estado e com a sua existência nacional. Uma compreensão de ambos os fatos leva-nos a um novo sentido de socialismo, que vê sua natureza como nacionalista, estatal, libertadora e construtiva.

A burguesia está prestes a deixar o palco da história. No seu lugar entrará a classe dos trabalhadores produtivos, a classe operária, que tem sido até os dias de hoje oprimida: está começando a cumprir a sua missão política; está engajada numa luta dura e amarga para tornar-se parte do organismo nacional. A batalha começou no campo econômico; e terminará no político. Não se trata apenas de uma questão sobre salários, nem apenas uma questão relativa ao número de horas trabalhadas diariamente — ainda que não possamos jamais esquecer que esses são pontos essenciais, quiçá a parte mais significativa da plataforma socialista — mas é muito mais uma questão de incorporar no estado uma classe respeitável e poderosa e fazê-la, se possível, a força dominante na política futura da pátria. A burguesia não quer reconhecer o vigor da classe operária. O marxismo a obrigou a uma camisa de força que a levará a ruína. Enquanto a classe operária gradualmente se desintegra na frente marxista, perdendo a vitalidade, a burguesia e o marxismo endossam conjuntamente as linhas gerais do capitalismo e tomam pra si como tarefa do momento protegê-lo e defendê-lo como for possível, quando não de maneira oculta.

Somos socialistas porque vemos a questão social como uma questão de necessidade e justiça para a própria existência de um estado para o nosso povo, e não uma questão de ter peninha ou de um sentimentalismo aviltante. O operário tem uma reivindicação de um padrão de vida que corresponda aquilo que produz. Não temos intenção alguma de suplicar por esse direito. Incorporá-lo no organismo do estado não é apenas um assunto crucial para o trabalhador, mas para toda a nação. A questão é mais ampla do que a jornada de oito horas. É uma questão de formar uma nova consciência de estado que inclua cada cidadão produtivo. Uma vez que os poderes políticos de hoje não querem nem têm como criar uma tal situação, o socialismo só será alcançado com luta. É um slogan de combate tanto para dentro como para fora. É alvejado internamente, ao mesmo tempo, tanto pelos partidos burgueses como pelo Marxismo, porque são ambos inimigos do vindouro estado dos trabalhadores. Deve ser dirigido contra todas as forças externas que ameaçam a nossa existência nacional e, assim, a possibilidade de um vindouro estado nacional-socialista.

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Explicação: “O trabalhador pensante busca Hitler,” diz a legenda. Um comunista e um socialista se acusam mutuamente de trair a classe trabalhadora.

O socialismo é possível apenas num estado que é internamente unido e internacionalmente livre. A burguesia e o Marxismo são os responsáveis pela dificuldade em se alcançar ambos os objetivos, unidade doméstica e liberdade internacional. Não importa o quanto nacional e social essas duas forças se apresentem: são inimigas mortais de um estado nacional-socialista.

Devemos, portanto, quebrar ambos os grupos politicamente. As linhas do socialismo alemão estão afiadas, e o nosso caminho é claro.

Nós somos contrários à burguesia política, e somos a favor do genuíno nacionalismo!

Nós somos contrários ao Marxismo, mas somos a favor do verdadeiro socialismo!

Nós somos a favor do primeiro estado nacional alemão com uma natureza socialista!

Nós somos a favor do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães!

Por que um Partido dos Trabalhadores?

O trabalho não é a maldição da humanidade, mas a sua benção. Um homem torna-se homem através do trabalho. O trabalho o eleva, torna-o grande e consciente, coloca-o acima de todas as outras criaturas. É, no sentido mais profundo, criativo, produtivo e produtor de cultura. Sem trabalho, nada de comida. Sem comida, nada de vida.

A ideia de que quanto mais sujas são as mãos de alguém, mais degradante é o trabalho, é uma ideia judia, não alemã. Como em qualquer outra área, o alemão primeiro quer saber como, e então o que. É menos uma questão sobre a posição que eu ocupo, e mais uma questão de quão bem eu cumpro o dever que Deus me deu.

Nos intitulamos um partido dos trabalhadores porque queremos resgatar a palavra trabalho da sua definição corriqueira e dar-lhe de volta o seu significado original. Qualquer um que crie valor é um criador, ou seja, um trabalhador. Nos recusamos a distinguir entre tipos de trabalho. O nosso princípio é se o trabalho serve ao todo, ou ao menos não o prejudica, ou se é prejudicial. O trabalho é serviço. Se o trabalho se volta contra o bem-estar geral, é então traição a pátria.

O disparate marxista reivindicou fazer dos trabalhadores homens livres, ainda que degradasse o trabalho dos seus membros e o visse como maldição e desgraça. Dificilmente seria nosso objetivo abolir o trabalho, mas sim dar-lhe um novo significado e conteúdo. O trabalhador num estado capitalista — e é este o seu maior azar — deixa de ser um ser humano vivo, um criador, um construtor.

Tornou-se uma máquina. Um número, uma engrenagem na máquina sem sentido ou entendimento. Alienou-se em relação ao que produz. O trabalho é para ele apenas uma maneira de sobreviver, não um caminho para as mais altas bençãos, não uma fonte de regozijo, nem algo para se ter orgulho, ou satisfação, ou coragem, ou uma maneira de construir o caráter.

Somos um partido dos trabalhadores porque vemos na batalha que se aproxima entre as finanças e o trabalho o começo e o término da estrutura do século vinte. Estamos no lado do trabalho e contra as finanças. O dinheiro é a régua do liberalismo; trabalho e realização são a régua num estado socialista. O liberal indaga: O que é você? O socialista: Quem é você? Há um mundo que separa os dois.

Não queremos fazer de todos o mesmo. Nem queremos que hajam estratos na população, alto e baixo, acima e abaixo. A aristocracia do estado vindouro será determinada não pelas posses ou pelo dinheiro, mas apenas pela qualidade das realizações pessoais. Ganha-se reconhecimento através do serviço. Os homens são distinguidos pelos resultados do seu trabalho. Eis a marca justa do caráter e do valor de uma pessoa. O valor do trabalho no socialismo será determinado por meio do seu valor para o estado, para toda a comunidade. Trabalho significa criação de valor, não depreciar coisas. O soldado é um trabalhador quando ergue a espada para defender a economia nacional. O estadista também é um trabalhador quando dá a nação uma forma e uma vontade que a ajuda produzir o que precisa para a vida e liberdade.

Uma testa franzida é tanto um sinal de trabalho como de um punho poderoso. Um trabalhador de terno não deve se envergonhar de afirmar com orgulho aquilo do que o trabalhador braçal se vangloria: o trabalho. As relações entre esses dois grupos determinam o seu destino recíproco. Um não sobrevive sem o outro, pois ambos são integrantes de um organismo ao qual devem conjuntamente manter se se prontificam a defender e a ampliar o seu direito de existir.

Nos intitulamos um partido dos trabalhadores porque queremos libertar os trabalhadores dos grilhões do capitalismo e do marxismo. Na luta pelo futuro da Alemanha, sem receios o admitimos, e aceitamos o ódio resultante que vem da burguesia liberal. Sabemos que teremos sucesso em trazer novas bençãos contra as suas maldições.

Deus deu às nações território para cultivar o grão. A semente se torna grão e o grão se torna pão. O intermediário nisto tudo é o trabalho.

Aquele que menospreza o trabalho mas aceita os seus benefícios é um hipócrita.

Eis o sentido mais profundo do nosso movimento: dá as coisas a sua significação original de volta, a despeito de talvez correrem hoje o perigo de submergirem no pântano de uma cosmovisão em colapso.

Aquele que cria valor trabalha, e é um trabalhador. Um movimento que quer libertar os trabalhadores é um partido dos trabalhadores.

Assim, nós Nacional-Socialistas nos denominamos como um partido dos trabalhadores.

Quando nossas bandeiras vitoriosas tremularem diante de nós, cantaremos:

“Nós somos o exército da suástica,

Levantemos bem alto as bandeiras vermelhas!

Queremos pavimentar o caminho para a liberdade

Dos trabalhadores alemães!

Por que nos opomos aos judeus?

Nós nos opomos aos judeus porque estamos defendendo a liberdade do povo alemão. O judeu é o causador e o beneficiário da nossa escravidão. Abusam da miséria social das grandes massas para aprofundar a lamentável divisão do nosso povo entre direita e esquerda, para dividir a Alemanha em duas partes de modo a escamotear o verdadeiro motivo da derrota na Grande Guerra e falsear a natureza da revolução.

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Explicação: A legenda diz “Alemanha que desperta. Está translúcida! Vemos por trás de todas as suas máscaras.” No desenho, judeus se disfarçam: como um cristão, como um cidadão alemão, como um judeu nacionalista e como um transeunte, a primeira vista, inofensivo.

O judeu não tem qualquer interesse em resolver a questão alemã. E não pode ter tal interesse. E depende de que continue não resolvida. Se o povo alemão formasse uma comunidade unida e recuperasse a sua liberdade, não haveria mais lugar algum para o judeu. O pulso do judeu é o mais firme quando vive um povo na escravidão doméstica e internacional, não quando é livre, obstinado, autossuficiente e determinado. O judeu é o causador dos nossos problemas e vive deles.

Eis o porque de nos opormos ao judeu enquanto nacionalistas e socialistas. Ele vem arruinando a nossa raça, corrompendo a nossa moralidade, fragilizando os nossos costumes e destruindo a nossa força. É devido a ele que somos hoje o pária do mundo. Era ele o leproso no meio de nós quando ainda eramos alemães. E quando nos esquecemos da nossa natureza alemã, ele triunfou sobre nós e sobre o nosso futuro.

O judeu é o demônio plástico da decomposição. Onde ele encontra sujeira e decadência, emerge e começa o seu trabalho de açougueiro entre as nações. Oculta-se atrás de uma máscara e apresenta-se como um amigo para as suas vítimas, e antes que o conheçam já quebra os seus pescoços.

O judeu é desprovido de criatividade. Ele não produz coisa alguma, apenas pechincha produtos. Sejam trapos, roupas, quadros, joias, cereais, ações, remédios, povos ou estados. Ele, seja qual for o negócio, sempre rouba. Quando ele ataca um estado é um revolucionário. E tão logo obtém o poder, prega a paz e a ordem para que possa degustar as suas conquistas confortavelmente.

O que antissemitismo tem a ver com socialismo? Vou colocar a questão de outra forma: O que o judeu tem a ver com socialismo? Socialismo tem a ver com trabalho. Quando foi que alguém o viu trabalhando ao invés de saquear, roubar e viver do suor dos outros? Como socialistas somos adversários dos judeus porque vemos nos hebreus a incarnação do capitalismo, o mau uso dos recursos da nação.

O que antissemitismo tem a ver com nacionalismo? Vou colocar a questão de outra forma: O que o judeu tem a ver com nacionalismo? Nacionalismo tem a ver com sangue e raça. O judeu é o inimigo e o destruidor da nossa pureza sanguínea, o destruidor consciente da nossa raça. Como nacionalistas nos opomos aos judeus porque vemos os hebreus como o eterno inimigo de nossa honra e de nossa liberdade nacional.

Mas o judeu, não obstante, é também um ser humano. Certamente, ninguém de nós duvida disso. Duvidamos apenas se ele é um ser humano decente. Ele vive de acordo com outras leis, não aquelas que fazemos. O fato de que ele é um ser humano não é razão suficiente para que aceitemos que nos sujeite a modos desumanos. Talvez ele seja um ser humano — mas que tipo de ser humano ele é! Quando alguém esbofeteia a sua mãe na cara, ele diz: “Obrigado! Ele é, antes de tudo, um ser humano!” Isso não é um ser humano, é um monstro. No entanto, mais mau ainda o Judeu tem feito à nossa mãe Alemanha, e continua hoje ainda a fazer!

Há também judeus brancos. De fato, há canalhas entre nós que, mesmo sendo alemães, agem com modos imorais contra os seus próprios camaradas de sangue e raça. Mas por que os chamamos de judeus brancos? Usamos o termo para descrever algo inferior e desprezível. Tal como achamos os judeus. Por que nos questiona sobre a oposição que fazemos aos judeus quando você sequer sabe quem eles são?

Antissemitismo não é cristão. Isso significa que cristão é permitir aos judeus continuarem onde estão, esfolando nosso couro e zombando de nós. Ser cristão significa amar o próximo como a si mesmo! O meu próximo é meu irmão de raça e de sangue. Se eu o amo, odeio os seus inimigos. Quem se vê como alemão deve desprezar os judeus. Um implica o outro.

Cristo mesmo viu que o amor nem sempre funciona. Quando encontrou os cambistas no templo, não disse: “Filhos, amai-vos uns aos outros!” Pegou o chicote e os expulsou.

Nos opomos aos judeus porque afirmamos o povo alemão. O judeu é a nossa maior desgraça.

Não é verdade que comemos judeus no café da manhã.

A verdade é que lentamente, e seguramente, o judeu está roubando tudo o que temos.

As coisas seriam diferentes se nos comportássemos como alemães.

Demandas revolucionárias

Nós não ingressamos no parlamento para usar métodos parlamentares. Nós sabemos que o destino dos povos é determinado por personalidades, e nunca por maiorias parlamentares. A essência da democracia parlamentar é a maioria, que destrói a responsabilidade pessoal e glorifica as massas. Umas poucas dúzias de trapaceiros e aproveitadores comandam as coisas por trás dos bastidores. Aristocracia depende de realização, a norma do mais apto, e a subordinação dos menos capazes às vontades da liderança. Qualquer forma de governo — não importa o quão democrática ou aristocrática possa aparecer para quem vê de fora — reside na compulsão. A única diferença é se a compulsão é uma benção ou uma maldição para a comunidade.

O que nós demandamos é novo, decisivo, e radical, revolucionário no sentido mais verdadeiro da palavra. O que nada tem a ver com tumultos e barricadas. Pode ser que isto aconteça aqui ou ali. Mas não é parte inerente do processo. Revoluções são atos do espírito. Elas aparecem primeiramente no povo, e então na política e na economia. Novos povos dão forma a novas estruturas. A transformação que nós queremos é, antes de tudo, espiritual; e isto mudará , inevitavelmente, a maneira como as coisas são.

Esta ação revolucionária está começando a aparecer em nós. O resultado é um novo tipo de pessoa visível aos olhos do conhecimento: o Nacional-Socialista. Consistente com sua atitude espiritual, o Nacional-Socialista traz consigo inequívocas exigências na política. Não há para ele se e quando, apenas um em vez de — ou.

Ele demanda:

O retorno da honra alemã. Sem honra, a pessoa não tem direito algum a vida. Uma nação que penhorou a sua honra, penhorou o seu pão. A honra é o fundamento do sentimento comunitário de um povo. A perda da nossa honra é a verdadeira causa da perda da nossa liberdade.

No lugar de uma colônia de escravos, nós queremos restaurar o estado nacional alemão. O estado não é, para nós, um fim em si mesmo, mas, em vez disso, um meio para um fim. O verdadeiro fim é a raça, a soma de todas as forças criativas e vivas do povo. A estrutura que hoje se chama de república alemã não é uma maneira para mantermos nossa herança racial. Tornou-se um fim em si mesmo sem nenhuma conexão real com o povo e as suas necessidades. Nós queremos abolir a colônia de escravos e substituí-la por um estado de um povo livre.

Nós queremos trabalho e alimento para todo nacional produtivo e camarada de sangue. O salário deve estar em conformidade com a realização. E isto significa maiores salários para os trabalhadores alemães! E isto irá por fim à luta sem sentido na qual estamos envolvidos hoje.

Providencie, em primeiro lugar, moradia e alimentação para o povo, e pague então indenizações! Nenhum democrata, nenhum republicano, tem o direito de questionar esta demanda, pois foi levantada pela primeira vez por um porta-bandeira da Alemanha de novembro [a República de Weimar, estabelecida em novembro de 1918]. Queremos apenas tornar aquele slogan uma realidade.

Providencie, em primeiro lugar, o essencial! Devemos, em primeiro lugar, ir de encontro às necessidades do povo, e então podemos produzir os bens mais ostentados. Forneça trabalho para aqueles que tem vontade de trabalhar! Distribua a terra dos fazendeiros! A política externa alemã que hoje vende o que temos a taxas abaixo do mercado deve ser completamente transformada e deve focar-se radicalmente nas necessidades de espaço alemãs, extraindo as conclusões política de poder necessárias.

Paz entre os trabalhadores produtivos! Cada um deve cumprir com o seu dever para o bem de toda a comunidade. O Estado tem, então, a responsabilidade de proteger o indivíduo, assegurando a ele os frutos do seu trabalho. A comunidade do povo não deve ser uma mera frase, mas uma conquista revolucionária que se dá por meio da consecução das necessidades básicas da vida para a classe trabalhadora.

Uma batalha implacável contra a corrupção! Uma guerra contra a exploração e por liberdade para os trabalhadores! A eliminação de todas as influências econômico-capitalistas na política nacional.

Uma solução para a questão judaica! Nós clamamos pela eliminação sistemática de elementos raciais estrangeiros da vida pública em todas as áreas. Deve haver uma separação sanitária entre alemães e não-alemães por motivos exclusivamente raciais, e não por nacionalidade ou mesmo por crenças religiosas.

Abaixo ao parlamentarismo democrático! Estabelecer um parlamentarismo nas posições ocupadas que determinam a produção! Políticas serão determinadas por um corpo político que determina seu lugar baseado nas leis de força e seleção.

O retorno da lealdade e da fé na vida econômica. A completa reversão da injustiça que tem roubado milhões de alemães das suas posses.

O direito da personalidade antes ao da gentalha. Os alemães sempre terão prioridade em detrimento aos estrangeiros e judeus.

Uma batalha contra o veneno destrutivo da cultura judaica internacionalista! Um fortalecimento das forças alemãs e dos costumes alemães. A eliminação de princípios semitas corruptores e do decaimento racial.

A pena de morte para crimes contra o povo! A forca para os aproveitadores e os agiotas!

Um programa inegociável implementado por homens que irão implementá-lo com paixão. Sem slogans, apenas energia viva.

Eis o que demandamos!

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Antony C. Sutton, Wall Street, Nazismo & Comunismo

Antony C. Sutton é entrevistado e fala sobre Adolf Hitler, o movimento bolchevique, quem financiou o comunismo, transferência de fundos, transferência de tecnologias, Henry Ford, David Rockfeller, IG Farben, Standard Oil, a Comissão Trilateral, quem controla a mídia nos EUA, corporações, banqueiros internacionais, quem é o governo invisível e muito mais.

O Fascismo vem da Esquerda

O Fascismo vem da Esquerda, não vem da Direita. O Mussolini era da ala esquerda do Partido Socialista. É verdade que ele era o líder da ala esquerda do Partido Socialista, anti-intervencionista, contra a entrada na guerra, e saiu do Partido Socialista sendo um líder da Esquerda. Os homens que estiveram à volta, digamos, do colaboracionismo, ou grande parte deles, eram homens da extrema-esquerda. Nós não podemos reconstruir a História mentindo.

Apenas rir e desconversar, com um ar de uma suposta superioridade intelectual, não vai apagar os fatos históricos que abonam exatamente o que está dito acima. Mussolini foi, sim, um socialista da ala esquerda do Partido Socialista italiano, um socialista leninista, uma liderança influente e aguerrida dentro do partido. E a maior parte da “elite intelectual” fascista veio, também, da Esquerda.